
Que pena...
Pequei pela imprudência...
Mal sabia eu que estávamos prestes a sofrer a ira de um inimigo de outrora...
Perdoa-me criança, pelo descuido...
Pois até então, não sabia eu que o Silêncio dele filho era...
E ardiloso como sempre, um plano de vingança tal inimigo arquitetou...
Da minha criança, do meu ópio, propôs-se a me afastar...
Ele, o Tempo, casou-se com a Distância...
E dessa união, um novo fruto nasceu:
A Saudade...

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